quinta-feira, dezembro 21, 2006

Boas Festas





BOAS FESTAS PARA TODOS



Que o espírito de Natal se prolongue por todos os dias do ano! Votos de:

Paz
União
Alegrias
Esperança
Amor Sucesso
Realizações Luz
Respeito harmonia
Saúde e solidariedade
Amizade Sabedoria Perdão
Igualdade Liberdade Boas Festas
Fraternidade Dignidade Benevolência
Tenacidade Prosperidade Reconhecimento
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segunda-feira, dezembro 04, 2006

Pim Pam Pum


Pim Pam Pum é o nome de um Workshop, promovido pela Casa da Música, em que participaram os nossos alunos das turmas de 6ºano.
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Pode ler-se no
site da casa da Música que "Tendo como base um repertório de lengalengas tradicionais (algumas em vias de se perderem no tempo...), pretende-se neste workshop utilizar, combinar e manipular sons, elementos musicais e outros recursos apropriados para compor, arranjar e improvisar músicas e ainda desenvolver a criatividade e a sensibilidade musical." E foi efectivamente o que aconteceu. O trabalho realizado foi muito interessante, os alunos divertiram-se imenso e esta é uma experiência que recomendamos vivamente.



sexta-feira, novembro 17, 2006

Kakophone

Cacofonia (ou cacófato, termo menos usado) é, segundo os dicionários, «som desagradável ou palavra obscena resultante do encontro do final de uma palavra com o começo da seguinte», por exemplo, «a boca dela» ou «alma minha», daí que não perceba muito bem a ideia de dar este nome a uma máquina de composição musical mas a verdade é que não deixa de uma brincadeira de composição musical interessante e pode ser experimentada aqui.

Divirtam-se!

quinta-feira, novembro 02, 2006

Workshop Percussão na Casa da Música


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No passado dia 23 de Outubro, um grupo de alunos de 8ºano foi à Casa da Música para participar num workshop de percussão. O objectivo desta visita de estudo foi melhorar a comunicação através de sons e fomentar a imaginação e a improvisação criativa.

A opinião geral dos alunos foi muito favorável: “Divertimo-nos imenso. Experimentamos instrumentos que nunca tínhamos visto, utilizamos o nosso corpo e exploramos ritmos e sons muito interessantes, mesmo com objectos do dia-a-dia. Até as professoras da nossa escola, que nos acompanharam na visita, participaram no workshop. Foi altamente!”.

Efectivamente, o interesse de que se revestem estes workshops justifica as visitas à Casa da Música, pelo que estão já agendadas para este ano lectivo visitas de estudo para todas as turmas de Educação Musical/Música da nossa escola.

sábado, outubro 28, 2006

Infra-sons podem indicar erupções vulcânicas iminentes

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O ruído de baixa frequência dos vulcões (Infra-sons) está a ser transformado em música numa tentativa de se prever quando acontecerá a próxima erupção.

Na Itália, um grupo de pesquisadores criaram um concerto baseado nos movimentos subterrâneos do Monte Etna, na Sicília. A equipe está actualmente a trabalhar também com melodias do vulcão Tungurahua, no Equador, que teve uma erupção recente. Esperam descobrir a melodia que pode funcionar como sinal de uma erupção iminente. Os pesquisadores tentam combinar registos dos dois vulcões. "Se pudermos identificar padrões musicais que alertam para uma erupção então poderemos implementar medidas de protecção civil em dias ou horas antes dos eventos", disse o professor Roberto Barbera, da Universidade de Catania.

terça-feira, outubro 10, 2006

Músicas que não nos saem da cabeça







Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos revelou que algumas músicas criam uma espécie de "cócegas no cérebro", que só podem ser aliviadas se as cantarolarmos várias vezes. São normalmente músicas com um carácter repetitivo e uma linha melódica simples.

Músicas como Y.M.C.A., do Village People ou Macarena, de Los Del Rio, devem o seu sucesso à capacidade que têm de criar "cócegas cognitivas", afirma o professor James Kellaris, da Escola de Administração e Negócios da Universidade de Cincinnati.

kellaris concluiu que 97% a 99% das pessoas são susceptíveis a estas cócegas. "Certamente que algumas pessoas mais do que outras. As Mulheres tendem a ser mais susceptíveis do que homens. Os músicos também ".

Efectivamente, já todos nós fomos, pelo menos uma vez, atingidos por estas "cócegas" ou o que quer que lhe chamemos; pela sensação de acordarmos com uma musica na cabeça que nos acompanha todo o dia. Parece que afinal a solução é simples : cantem-na repetidamente pois quanto mais depressa o fizerem mais rapidamente ela vos sairá da cabeça (ou do ouvido?).

sexta-feira, outubro 06, 2006

O Efeito Mozart

Sugestão de leitura: "O Efeito Mozart", de Don Campbell, editora estrelapolar.

O livro dá-nos a conhecer histórias de sucesso de tratamentos pela música. Fala-nos do poder libertador, curativo e regenerador da música, sobretudo da música de Mozart.

O seu autor, Don Campbell, encara a música "não meramente como forma de entretenimento ou execução artística mas como nutriente fundamental para o bem estar fisico, desenvolvimento mental, libertação de stress ou expressão emocional"(pag.19).

O Efeito Mozart, é uma expressão utilizada pela primeira vez por Alfred A. Tomatis referindo-se a um alegado aumento no desenvolvimento cerebral , que ocorre em crianças com menos de 3 anos, quando elas ouvem música de Wolfgang Amadeus Mozart.

Uma leitura interessante mesmo para os mais cépticos, que consideram os resultados destes estudos mal-interpretados.

Existem actualmente tantas pesquisas em andamento sobre esta temática que foi criado um site para acompanhar todos os novos desenvolvimentos: MüSICA , com uma seção especialmente criada para o Efeito Mozart .

domingo, outubro 01, 2006

DIA MUNDIAL DA MÚSICA

Hoje é o Dia Mundial da Música

VIV'A MÚSICA!

quinta-feira, setembro 28, 2006

Abrir a porta à música

No próximo dia 1 de Outubro comemora-se internacionalmente o Dia mundial da Música.
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Como dia 1 é domingo e na segunda-feira temos o feriado municipal, a nossa escola optou por assinalar este dia amanhã, dia 29 Setembro. Assim, em todas as aulas de 90 minutos desta sexta-feira, todos os professores da escola vão "ABRIR AS PORTAS À MÚSICA" nos últimos 5/10 minutos de cada bloco, proporcionando a todos os alunos a audição de música previamente seleccionada por cada turma nas aulas de educação musical.
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A audição é o primeiro dos sentidos que desenvolvemos. É através dos ouvidos que tomamos o primeiro contacto com o mundo exterior. Crescemos rodeados pela magia dos sons que nos embalam no berço e nos acompanham pela vida fora...Neste dia, não deixe de ouvir um tema musical que lhe seja particularmente querido. Mas ouça-o com atenção.Vamos dar Ouvidos à Música!

domingo, setembro 24, 2006

Festival Expresso Oriente 20006


Começou ontem, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, o Festival Expresso Oriente 20006. Dedicado à musica contemporânea chinesa, intitula-se de «China Boom - Nova Música Chinesa».

No ano passado, a Culturgest propôs este novo evento: um festival em que se cruzam as musicas ocidental e oriental e se procuram proximidades e distâncias entre ambas. O sucesso da estreia foi tal que ditou a sua continuação.

Assim, surge este ano a segunda edição, que decorre até dia 28 de Setembro, e inclui no programa obras de seis compositores chineses, nascidos na segunda metade do século XX, e de alguns dos músicos ocidentais que os influenciaram, nomeadamente Edgar Varèse, John Cage e Olivier Messiaen.

O Festival Expresso Oriente é também um espaço privilegiado para novas revelações portuguesas. Este ano serão apresentadas obras encomendadas aos compositores João Godinho, Filipe Esteves e Bruno Soeiro.

Os concertos estão a cargo da OrchestrUtopica e do Lisbon Drummatic ( novo grupo de percussão liderado por Elisabeth Davis). O preço dos bilhetes varia entre os 5 e os 15 euros.

terça-feira, setembro 19, 2006

Um Iceberg cantante










Cientistas alemães acreditam ter descoberto, na Antártida, um iceberg cantante. A cientista Verla Schlindwein afirma que quando este iceberg bateu no fundo do mar foi como se tratasse de uma pedra a cair num rio, “ a água entra pelas suas fendas e túneis em alta pressão e o iceberg começa a cantar (…) aumenta e diminui como uma música de verdade”

As ondas sonoras emitidas ultrapassam o limiar de audição humana (infra-sons) mas se as conseguíssemos ouvir soariam umas vezes como um enxame de abelhas outras como os sons produzidos pelos instrumentos de orquestra minutos antes de um concerto se iniciar.

quinta-feira, setembro 14, 2006

Celebrar Mozart

Wolfgang Amadeus Mozart, nasce a 27 de Janeiro de 1756, em Salzburgo.«É a prova de que Deus existe», dizia Leopold Mozart, seu pai, para quem tamanha precocidade e genialidade tinham que ser dons divinos.


O seu talento e genialidade são alías referidos por inúmeras personalidades do mundo da música e não só. Efectivamente, vale a pena conhecer a vida e obra deste fantástico compositor.


Os 250 anos do seu nascimento estão a ser assinalados por todo o mundo mas em especial no seu pais natal, a Áustria, que se tem multiplicado em espectáculos de música, teatro, ópera e exposições.


A melhor forma de celebrarmos Mozart será ouvindo a sua música. Assim sendo, proponho uma visita ao site do seu diário musical, onde podemos ter acesso a anotações de 75 das suas obras e ouvir interpretações dos acordes iniciais de muitas delas.



"Eu sei que sou uma pessoa vulgar mas a minha música não o é! "
Wolfgang Amadeus Mozart

quarta-feira, setembro 06, 2006

"Dar música" aos alunos do ensino básico

A ideia de que é a música é uma área de acesso reservado aos mais dotados está completamente ultrapassada.

Efectivamente esta ideia é absolutamente disparatada. Se nos lembrarmos que a música está presente desde os primórdios da humanidade, em todas as manifestações humanas, não podemos conceber a ideia de um currículo que a exclua.

Como base educacional, a música disciplina, na medida em que organiza o pensamento e o estrutura. Estimula áreas do cérebro humano não desenvolvidas pelas linguagens oral e escrita, desenvolve o raciocínio matemático, a capacidade de concentração e a memória. “É como se tornasse o nosso ‘hardware" mais poderoso", explica a pedagoga Maria Lúcia Cruz Suzigan. Para além do mais, tem sido um meio de importantes mudanças culturais e o suporte essencial de tantas outras artes como a poesia, a dança, o teatro, ou o cinema.

segunda-feira, setembro 04, 2006

O regresso à escola


Terminaram as férias! É tempo de desfazer as malas de viagem e arranjar a pasta para a escola.


É chegado o momento de verificarmos os preparativos para o inicio de mais um ano lectivo. Da escola, e dos professores em particular, espera-se que estejam a postos para despertar nos alunos o gosto pelo conhecimento em geral, de modo a " tornar as coisas mais comuns do mundo em objectos de contemplação e reflexão (…) num desejo real de compreender" (António Gedeão); dos alunos e respectivos encarregados de educação espera-se colaboração e empenho.

Um Bom ano de trabalho para todos!




sexta-feira, agosto 04, 2006

Pandora:Music Genome Project

Bom, e chegou a minha vez de descansar de mais um ano de trabalho. Mas não posso ir de férias sem antes vos recomendar este site:



Nele, o Pandora: Music Genome Project pede-nos para introduzirmos o nome de uma banda ou música que gostemos. De imediato, o programa analisa-a e propõe-nos uma outra música do mesmo género, que depois de escutarmos, aceitamos ou não. O programa vai "interiorizando" os nossos gostos musicais e procedendo sempre deste modo vai criando uma estação de rádio personalizada. Mas o mais interessante é, na minha opinião, a oportunidade que nos proporciona de conhecer novas músicas, novos compositores.

Espero que o apreciem tanto como eu.
Até Breve!

quarta-feira, agosto 02, 2006

Para menores de 30 anos...


Um toque de telemóvel, supostamente inaudível para os adultos com mais de 29 anos, é a nova artimanha, usada por estudantes dos EUA e Inglaterra, para falar e trocar mensagens pelo telemóvel, dentro das salas de aulas, sem serem detectados pelos respectivos professores.

O toque, com o nome de Mosquito, é um som de alta-frequência, tão agudo que a maioria dos adultos não é capaz de escutar. A natural perca da percepção auditiva para sons de alta-frequência, que acontece nos adultos ao longo da vida, explica este fenómeno.

Curiosamente, a tecnologia do Mosquito não foi desenvolvida para servir os interesses de crianças e adolescentes. Pelo contrário, e uma vez que para eles o som pode ser altamente irritante, a ideia original era espantá-los de locais onde habitualmente provocavam alguns desacatos. Mas eis senão quando o feitiço se vira contra o feiticeiro e o Mosquitotone está actualmente a ser vendido a jovens, movidos pela ideia de que os seus pais e professores não conseguem detectar este toque. Mas isto nem sempre é verdade. Há registos de adultos que os conseguem ouvir por isso o melhor é não arriscar.

Mais uma moda, que está a pegar e que pode causar alguns problemas, sobretudo nas salas de aulas, mas que pode ter também o seu lado positivo. Motivados pela possibilidade de recorrerem a esta «arma», pode ser que agora os jovens se preocupem mais com as questões da audição, pois este toque de nada servirá a quem não a preservar.

segunda-feira, julho 31, 2006

Festival BOOM

ESTÃO CONFIRMADAS AS DATAS : 3,4,5,6,7,8 e 9 DE AGOSTO


Nos próximos dias, vão chegar a Portugal pessoas de todos os continentes, para participarem num evento que, desde 1997 , tem solidificado uma forma alternativa de encarar e vivenciar um festival estival.

O Festival Boom é de facto um dos mais importantes eventos de trance da Europa. O Trance, surgiu na Alemanha, no final da década de 80, e é hoje um dos estilos de musica electrónica mais populares em todo o mundo. Caracteriza-se pela repetição de frases melódicas, geradas por sintetizadores, e uma estrutura que alterna momentos crescentes e decrescentes, que embalam o ouvinte e provocam a sensação de transe. Os Dj's de Trance, são considerados os melhores do mundo ( ex: DJ Tiësto) .

Este festival de Verão, é uma oportunidade para apreciarmos propostas musicais e artísticas alternativas, num ambiente muito especial, num espaço de interacção interpessoal. É um pretexto para diferentes artes se expandirem através da sua interligação a práticas ancestrais como o ioga, ou a meditação, bem como a sistemas estruturados de conhecimento como a ciência, a mitologia e a ecologia, fomentando a relação entre expressão e saber, com uma preocupação constante em diminuir as agressões do eco sistema.

O tema deste festival 2006, é aliás, a ecologia e a aproximação entre culturas. São esperados 20 mil festivaleiros, em Idanha-a-Nova. No espírito do Boom não há artistas nem palcos privilegiados, mas antes zonas temáticas, que se complementam. As principais áreas temáticas serão: Dance Floor, Chill-Out, Eco-Vila, Sacred Fire e Liminal Village, e todas elas terão infra-estruturas reguladas por padrões eco-amigáveis, usando a lógica da reutilização.

O Dance Floor terá como género musical predominante o psy-trance. A lógica do Dance Floor é mostrar talentos emergentes e valores alternativos e ligá-los a artistas conceituados, dando espaço aos subgéneros de psy-trance (full-on, dark, progressive, clássico, experimental, etc.). Vão actuar nesta área cerca de 50 DJs e Live-Acts.

A área Chill-Out, funcionará 24 horas por dia, e a música sem fronteiras é a sua temática. Do ambient ao reggae, a ideia é desfrutar de sons de todo o mundo.

Na Eco-Vila, poderemos observar os comportamentos relacionados com os alimentos, água, transporte, uso de energia, habitação e desperdício. Vamos poder ver o que acontece com tudo que entra e sai do festival. Algumas das novas tecnologias irão ser testadas. O Boom terá também montado um sistema de troca, em que cada participante que entregue seu lixo à organização receberá senhas de refeição. Neste espaço, para além da informação disponível sobre ecologia, serão realizados workshops de consciencialização para a necessidade de uma cultura ecológica.

A zona Sacred Fire, será uma das novidades da 6ª edição deste festival, e a ideia é apresentar músicas inspiradas em culturas ancestrais. Música acústica, tribal, mística que esteja em harmonia com sons electrónicos.

A Liminal Village, funcionará como um centro cultural, que extravasará as fronteiras do Boom. Nela, estarão interligadas artes plásticas, multimédia, cinema, ciência, medicina oriental e saúde ou tecnologia. Reflexão, debate em torno de novos paradigmas e criação, serão palavras-chave nesta zona.

Consultem o programa deste festival e entrem, em tempo de férias, nesta viagem pelo mundo electrónico! Mesmo que o trance não seja (tal como não é para mim) um estilo musical de eleição vale a pena conhecermos o espirito deste festival.

sexta-feira, julho 28, 2006

Geração iPod

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Para os amantes de música, é inquestionável o interesse de ter ao alcance uma infinidade de músicas, a qualquer hora e em qualquer lugar. A qualidade do som e as dezenas de gigabytes de músicas, que podem estar disponíveis num iPod, são de facto impressionantes.
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Esta é uma conquista da geração iPood (e da sua antepassada Walkman, embora numa versão muito mais limitada). Mas eis que surge o alerta:"Um em cada dez jovens apresenta deficit auditivo, devido, na maioria dos casos, a um traumatismo sonoro, relacionado com o facto de ouvirem música em volume alto", afirma Marcelle Ramonet, presidente do CNB (Conselho Nacional do Ruído francês, um órgão consultivo, subordinado ao ministério da Ecologia).

Normalmente, o iPod atinge os 112 decibéis, mais do que uma moto serra (100 db) por exemplo. “A qualidade do som é melhor, mas a intensidade (potência) é a mesma. Então, o risco é o mesmo”, garante o otorrinolaringologista José Jarjura Jorge, professor titular da Faculdade de Medicina da PUC-SP, no Brasil.

Em França, a Apple foi obrigada a descer o nível de decibéis. Nenhum leitor de música portátil pode exceder os 100 decibéis.

Para além do volume, é preciso ter em atenção o tempo de exposição ao som. Aumentar dez decibéis pode implicar a necessidade de reduzir para metade o tempo de exposição. Um volume de 100 decibéis, por exemplo, não deve ser escutado mais de 30 minutos diários. A regra é: se não ouvirmos as vozes das pessoas à nossa volta, é porque o volume está acima de 60 db (a intensidade média de uma conversa). Se as pessoas em redor conseguirem ouvir o som que sai do auscultador, o melhor é diminuirmos o volume!

Em Portugal, o médico P. Henriques, afirma,no fórum iPod, que um som acima de 120 decibéis provoca lesões muito graves e irreversíveis nos ouvidos. O tipo de lesão que provoca depende da pessoa, do tempo e da frequência da exposição.

Moderação é palavra de ordem!

domingo, julho 23, 2006

Surdos "ouvem" música

200 anos depois da técnica inventada por Ludwig Van Beethoven, após ter perdido a audição, está a ser preparado um novo equipamento que pode ajudar pessoas surdas a "ouvirem" música, através de vibrações ( Beethoven ficou surdo, mas continuou a compor por mais 10 anos. Diz-se que cortou as pernas do seu piano e tocava sentado no chão, de modo a sentir melhor as vibrações).
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O aparelho, chama-se Vibrato e “sente” diferentes instrumentos, ritmos e notas, através de cinco sensores. Uma vez conectado a um computador, pode permitir a pessoas surdas comporem músicas.
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Está ainda em fase de desenvolvimento, por Shane Kerwin, um estudante da Universidade Brunel, na Grã-Bretanha. O objetivo de Kerwin é permitir que crianças surdas participem nas aulas de música.
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A partir dos implantes actuais, que permitem apenas a audição de palavras, uma equipe do Laboratório Físico Nacional da Grã-Bretanha, desenvolveu um dispositivo, a aplicar na cóclea (parte interna do ouvido), que opera numa frequência mais ampla, e que pode permitir que surdos ouçam música.
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Aguardemos então a confirmação desta e de outras possibilidades que melhorem a qualidade de vida dos surdos de todo o mundo, pois as dificuldades do quotidiano deste sector da população são tantas, que existe já a possibilidade de ser criada, nos Estados Unidos, a primeira "cidade para surdos" do mundo. Efectivamente, o deficiente auditivo Marvin Miller já conseguiu o apoio de cerca de 100 famílias, para fundar uma cidade no Estado da Dakota do Sul, cujo idioma principal será a língua gestual.
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Mas esta não será uma forma de contribuir para o isolamento deste grupo de cidadãos? E na prática, ficariam deste modo resolvidos todos os problemas dos surdos? Até porque, a existir, a "cidade dos surdos" estaria preparada para acolher filhos dos seus moradores, que possam eventualmente nascer sem deficiência auditiva?
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Não há soluções perfeitas, mas pessoalmente, não abdico de uma sociedade plural. Num ambiente segregado, surdos e ouvintes não consegue desenvolver a sua existência com a diversidade. Acredito que num futuro breve, os avanços da tecnologia, minimizarão as limitações dos surdos e melhorarão a sua qualidade de vida de modo a que se sintam cada vez menos excluídos ou limitados nas várias dimensões da vida.

terça-feira, julho 18, 2006

Dançar ao som de bisturis


Esta é a proposta dos Matmos, um duo electrónico americano, criado em 1997 e formado por Martin C. Schmidt e Drew Daniel. "A Chance to Cut is a Chance to Cure" é o segundo álbum do duo e foi feito com a mistura de sons gravados em lipoaspirações e cirurgias plásticas e com samples feitos em estúdio. Ou seja, é um som literalmente cirúrgico.
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Mas há mais propostas musicais irreverentes.
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Pascal Comelade, por exemplo,
utiliza em algumas das suas peças , instrumentos de brincar.
Mas ainda há mais, muito mais. Por isso lanço-vos um desafio:
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  • Vamos reunir aqui o maior número possivel de musicas que utilizem instrumentos musicais diferentes dos habituais. Quem vai ser o primeiro? Fico a aguardar...
 
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